Ontem á noite estava conversando com os meus filhos, o assunto era a escola, como foi o dia e sobre os seus amiguinhos, um papo bem descontraído com muitas risadas, momentos da vida que dinheiro nenhum paga, momentos que me renovam e me fazem enxergar como tudo na minha vida valeu á pena, e que a felicidade esta na minha vida, dentro da minha casa. Sou muito grata por isso sou muito abençoada por Deus.
E por isso resolvi escrever sobre o como boas gargalhadas fazem bem ao corpo e a alma, sabemos que a risada é um elemento importante de combate ao estresse, ligado diretamente ao nosso sistema nervoso central. É considerada uma válvula de escape ás pressões do dia a dia, tem até aquela frase clássica ”rindo para não chorar”, tem função positiva até na recuperação de pacientes internados em hospitais, reduz a pressão sanguínea e o nível de hormônios, que afetam o nosso sistema imunológico.
As nossas risadas são ativadas por áreas diferentes do nosso cérebro, são elas:
Risada afetiva: que é uma expressão genuína de alegria desencadeada por nosso sistema nervoso, originada pelo centro imagético, que fica no chamado sistema límbico, localizado embaixo do córtex cerebral”. Isso quer dizer que geralmente é estimulado por meio da memória afetiva e não exige compreensão racional. “São lembranças que vêm como um flash de situações que nos geraram risadas anteriormente, que muitas vezes são difíceis de controlar.
Risadas lógicas: é originado em nosso córtex cerebral, que está relacionado à compreensão lógica. O principal exemplo, nessa situação, é a reação às piadas. “A pessoa ri, porque entendeu a lógica absurda da mensagem”, geralmente quem usa muitos provérbios e citações no cotidiano tem facilidade para compreender as piadas. “Isso estimula a criação de ramificações neurológicas” explicam os psicólogos.
Porém a gargalhada tem um limite, pode provocar até mesmo desmaios.
No aspecto físico, o riso mexe com todos os músculos da face e de outras partes do nosso corpo. Provoca contrações que atingem a parede torácica, o abdome e o diafragma e aumentam o fluxo sanguíneo nos órgãos. Ao acelerar a freqüência cardíaca, proporciona a dilatação das artérias, levando também à queda de pressão arterial.
É um verdadeiro exercício, que favorece a descontração e o relaxamento. O limite dessa zona de bem-estar é a gargalhada contínua, que é uma sensação de prazer próxima ao orgasmo. “Isso ocorre porque, ao chegar à gargalhada, a freqüência cardíaca aumenta em 45%, podendo provocar arritmias (descompasso do batimento cardíaco). Estudos comprovam que nessa fase o ar pode sair dos pulmões a 110 km/hora”.
Em casos extremos, caso se prolongue essa situação, pode provocar desmaios. “É o chamado estado de tetania, em que há uma hiperoxigenação, causando o enrijecimento da musculatura”. Por isso, o sinal de alerta é dado, quando o riso começa a causar dor, que pode irradiar da face para o peito, a barriga, fazendo até com que urinemos sem querer e tenhamos diarréia. E cabe ao comando no córtex cerebral estabelecer “que está na hora de parar”.
Então rir é bom, mas até para rir tem um limite!
Fonte: revista viva saúde, sobre o estudo do psicólogo Esdras Guerreiro Vasconcellos, professor de pós-graduação em Psicologia Clínica da Universidade de São Paulo (USP) e em Psicologia Social e do Trabalho da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Beijos e um ótimo fim de semana, com muitos momentos bons e muitas risadas.
E por isso resolvi escrever sobre o como boas gargalhadas fazem bem ao corpo e a alma, sabemos que a risada é um elemento importante de combate ao estresse, ligado diretamente ao nosso sistema nervoso central. É considerada uma válvula de escape ás pressões do dia a dia, tem até aquela frase clássica ”rindo para não chorar”, tem função positiva até na recuperação de pacientes internados em hospitais, reduz a pressão sanguínea e o nível de hormônios, que afetam o nosso sistema imunológico.
As nossas risadas são ativadas por áreas diferentes do nosso cérebro, são elas:
Risada afetiva: que é uma expressão genuína de alegria desencadeada por nosso sistema nervoso, originada pelo centro imagético, que fica no chamado sistema límbico, localizado embaixo do córtex cerebral”. Isso quer dizer que geralmente é estimulado por meio da memória afetiva e não exige compreensão racional. “São lembranças que vêm como um flash de situações que nos geraram risadas anteriormente, que muitas vezes são difíceis de controlar.
Risadas lógicas: é originado em nosso córtex cerebral, que está relacionado à compreensão lógica. O principal exemplo, nessa situação, é a reação às piadas. “A pessoa ri, porque entendeu a lógica absurda da mensagem”, geralmente quem usa muitos provérbios e citações no cotidiano tem facilidade para compreender as piadas. “Isso estimula a criação de ramificações neurológicas” explicam os psicólogos.
Porém a gargalhada tem um limite, pode provocar até mesmo desmaios.
No aspecto físico, o riso mexe com todos os músculos da face e de outras partes do nosso corpo. Provoca contrações que atingem a parede torácica, o abdome e o diafragma e aumentam o fluxo sanguíneo nos órgãos. Ao acelerar a freqüência cardíaca, proporciona a dilatação das artérias, levando também à queda de pressão arterial.
É um verdadeiro exercício, que favorece a descontração e o relaxamento. O limite dessa zona de bem-estar é a gargalhada contínua, que é uma sensação de prazer próxima ao orgasmo. “Isso ocorre porque, ao chegar à gargalhada, a freqüência cardíaca aumenta em 45%, podendo provocar arritmias (descompasso do batimento cardíaco). Estudos comprovam que nessa fase o ar pode sair dos pulmões a 110 km/hora”.
Em casos extremos, caso se prolongue essa situação, pode provocar desmaios. “É o chamado estado de tetania, em que há uma hiperoxigenação, causando o enrijecimento da musculatura”. Por isso, o sinal de alerta é dado, quando o riso começa a causar dor, que pode irradiar da face para o peito, a barriga, fazendo até com que urinemos sem querer e tenhamos diarréia. E cabe ao comando no córtex cerebral estabelecer “que está na hora de parar”.
Então rir é bom, mas até para rir tem um limite!
Fonte: revista viva saúde, sobre o estudo do psicólogo Esdras Guerreiro Vasconcellos, professor de pós-graduação em Psicologia Clínica da Universidade de São Paulo (USP) e em Psicologia Social e do Trabalho da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Beijos e um ótimo fim de semana, com muitos momentos bons e muitas risadas.

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